Porque os pregadores Gritão tanto ?

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Porque os pregadores Gritão em suas ministrações, você já observou que uma boa parte dos chamados homens de Deus tem o costume de gritar. na verdade não temos dados concreto o porque de muitos pregadores gritarem tanto, mais antes de iniciar esse artigo gostaria de falar do norte americano Emile Berliner, para quem não sabe esse homem inventou o microfone

  • Emile Berliner percebeu que seria cansativo para cordas vocais fazer um discurso de 30 minutos por exemplo em voz alta, então teve a brilhante ideia de criar algo que poupasse as cordas vocais, mais vale lembrar que o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell.

Primeira Hipótese porque os Pregadores Gritam na Igreja

Creio eu que muitos pregadores que sobe no altar para pregar a palavra de Deus, ainda não sabe qual é a real utilidade de um microfone, essa é uma das hipótese por toda gritaria tanto dentro de uma igreja, bastava apenas pedir para que o sonoplasta que aumentasse o volume.

Segunda Hipótese porque os Pregadores Gritam na Igreja

A segunda hipótese é que pode esta imitando algum pregador note americano, na verdade a impressão que se passa que muitos desses pregadores não todos querem passar uma Espiritualidade que não existe.

Terceira Hipótese porque os Pregadores Gritam na Igreja

A terceira hipótese, é que a gritaria serve como uma estratégia para manter os membros da Igreja acordado, e prestando atenção no Culto, talvez seja isso que muitos pregadores no altar dizem

  • Balança o seu irmão aí do lado
  • Sacode o teu irmão é diz que Deus é com Ele
  • Repita comigo, Deus me quer por cabeça e não por calda

Essas são algumas de muitas frases que se utilizam.

A questão maior é que muitos “Homens de Deus” perde o bom senso e começa a dança no culto, outro a imitar cantores, como Michael Jackson, o chamado Retete.

Pregadores dizem que essas Manifestação, procede do Espirito de Deus.

Mas vamos a analise das Escrituras:

 2 Coríntios 13

  • Porquanto, nada podemos fazer contra a verdade, mas somente a favor dela.

O Apostolo Paulo diz,

  • Portanto, devemos prestar nosso culto a Deus com ordem e decência (1 Co 14.40). Evitando o formalismo do ritual, da liturgia seca e mecânica que impede a ação do Espírito, mas também, fugir da irracionalidade e do descomedimento, que escandaliza e impede a edificação coletiva (1 Co 14.26-40).

Mas onde poderia esta a Ordem e a Decência  dita por Paulo em uma igreja onde á gritaria e pessoas pulando, caindo, rodopiando, sapateando,

Veja um texto retirado do site (http://eclesia.com.br/)

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Diz 10 motivos para não Gritar na Igreja:

 

1. Porque Deus não é surdo – Algumas pessoas não evangélicas quando visitam algumas igrejas e saem do culto perguntando por que os crentes gritam tanto. Eles saem da igreja afirmando: “Deus não é surdo!”. Precisamos admitir que, neste sentido, elas têm razão ao afirmar isso. Nossos gritos não convencem Deus de que o amamos. Na verdade, deste ponto de vista, eles são desnecessários, pois a Bíblia diz que Deus conhece até os nossos pensamentos (Sl. 139.4). É verdade que Deus não é surdo, mas me permita ironizar, afirmando que se ele tivesse tímpanos como os nossos, certamente, incorreria no risco de ficar surdo pelo modo como algumas igrejas e crentes o cultuam. Nossas orações devem vir de corações apaixonados, mas isso não significa que temos de gritar desesperados como se Deus não estivesse ouvindo. Lembro-me que quando Elias desafiou os 450 profetas de Baal foram eles quem gritaram desesperados ao seu falso deus, enquanto Elias fez uma simples e sincera oração (1 Reis 18.36-40). Deus atendeu a oração de Elias sem precisar de gritos, mas os profetas de Baal não tiveram resposta porque clamaram a um deus falso. No caso de Jesus, a única vez que ele bradou aos céus foi quando estava na cruz durante seu suplicio (Mateus 27.46,50).

2. Porque somos uma comunidade educada – A gritaria em algumas igrejas, antes de expressar um culto fervoroso, pode expressar má educação. As crianças ficam assustadas, espanta alguns visitantes, e alguns incrédulos decidem nunca mais pisar o pé naquele ambiente religioso. Nós somos uma comunidade educada, pois glorificamos a Deus sem precisar gritar desordenadamente.

3. Porque barulho não é sinônimo de unção, haja vista que lata vazia também faz barulho. Ao longo de minha vida cristã tenho percebido que muitos dos crentes que mais “glorificam” com gritos nos seus cultos também gritam descontroladamente com suas esposas em casa. O barulho nem sempre denuncia unção. Lembro-me de que quando o profeta Elias estava fugindo da rainha Jezabel e do rei Acabe, escondendo-se numa caverna no monte Horebe, Deus falou-lhe num cicio tranqüilo e suave (um sussurro amável), e não no meio de um vento, de um terremoto, ou de fogo que também passava (1 Reis 19.9-13). Deus estava respondendo a Elias de uma forma inesperada, no silêncio, contrariando todas as noções do profeta.

4. Porque prezamos por um culto decente e ordeiro – O apóstolo Paulo instrui aos crentes em Corinto que o culto deve ser feito com ordem e decência. Naquela igreja era comum a desordem cúltica, onde diversos irmãos profetizavam, falam em línguas ou glorificam simultaneamente. O culto era uma gritaria desordenada e Paulo repreendeu os irmãos dizendo-lhes: “faça-se tudo decentemente e com ordem” (1 Coríntios 14.40)

5. Porque não há base bíblica para estarmos gritando no culto. Simplesmente nenhum texto da Bíblia nos manda cultuar desta forma e, mesmo os textos do Antigo Testamento que apresentam o povo de Israel bradando, não servem de amparo para justificar a gritaria durante os cultos, pois eles não são relatos de um culto litúrgico, nem são aparados por qualquer ordem bíblica para assim o fazermos.

6. Porque não queremos que os incrédulos escarneçam de nosso culto. A Bíblia diz que a mensagem do evangelho é loucura para os que se perdem (1 Coríntios 1.18). Assim, é de se esperar que alguns não crentes zombem do evangelho naturalmente por não entender, por exemplo, que através da morte de Cristo temos vitória, vida e salvação. Eles não creem e zombam. Desta zombaria, porém, não nos importamos, porque ela é bíblica. Mas não podemos comparar esta experiência com a daqueles não-crentes que zombam após um culto repleto de gritarias anarquizadas. Não queremos dar motivos para os incrédulos escarnecerem de nós por procedermos de maneira desordeira.

7. Porque não queremos atrapalhar as pessoas de ouvir a Palavra de Deus. Já fui para ambientes evangélicos em que não consegui entender os louvores, nem muito menos a pregação por causa de irmãos “espirituais” que gritavam mais alto do que o volume do som. São ambientes onde as pessoas saem dizendo que o culto foi uma bênção, mas, quando perguntadas acerca da mensagem, dizem que não entenderam nada “porque o fogo desceu”. No nosso culto a mensagem da Palavra é o centro, o momento em que Deus nos fala e precisamos dar toda atenção. Podemos glorificar a Deus, mas de uma forma que não atrapalhe as pessoas de ouvir e entender a Palavra de Deus.

8. Porque estas expressões de culto são como coreografias aprendidas e repetidas sem voluntariedade. Os irmãos aprendem isso na liturgia e estão automatizados. Não há espontaneidade e, quando a coisa funciona assim, não é culto, mas religião fria e automática. Não vem do coração, nem mesmo da cabeça, mas é automático com um motor de um automóvel.

9. Porque queremos oferecer um culto racional a Deus. É isso que o apóstolo Paulo nos diz: “que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Rm. 12.1). Um culto racional é um culto inteligente, no qual você entende a mensagem com a mente e absolve com o coração. Em alguns cultos por aí a fora, as pessoas não entendem o que está sendo pregado e gritam “Glória a Deus!”. Quantas vezes já ouvi alguém num certo culto glorificar a Deus depois do pregador dizer que o diabo veio para destruir. Quando isso acontece, o irmão não entendeu a mensagem ou não sabe o que significa “glória a Deus!”. É preciso dizer para ele: “não é ‘Aleluia!’ irmão, é ‘misericórdia!’

10. Porque não se mede um culto pela quantidade de glórias que se grita, mas pela sinceridade do adorador. No céu não existe um aparelho chamado “glorômetro”, com o qual Deus ou seus anjos meçam a qualidade dos cultos oferecidos. Por mais que possamos manifestar atos externos sinceros, é importante perceber que, às vezes, alguns irmãos procuram competir espiritualidade a partir da potência vocal de glórias no culto. Lembremo-nos que quem se preocupava em demonstrar espiritualidade eram os hipócritas (fariseus) e Jesus disse que sua recompensa era a dos homens (Mateus 6.5-8).

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Autor: weslei

Meu nome é Ueslei Mendes de souza, sou da Cidade de Nova Mutum, sou um dos Sócio do DIARIOword.com, Meu contato para Criticas e Sugestões WHATSAPP : 01465 9 9924-8700 EMAIL : dabrilmendes@hotmail.com

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